De volta à Bienal

Olá, pessoal!

No dia 7 de setembro, voltei à Bienal do Livro (RJ).  A vontade de um retorno já vinha sendo acalentada por mim  desde o instante em que deixei a cidade pela última vez, e acredito que a decisão de voltar não poderia ter sido melhor!

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Aqui, segue meu relato.

Deixei a rodoviária às 7 da manhã, direto a um ponto de ônibus, onde, sabia, encontraria aquele que me levaria ao Rio Centro.  Com o desfile de Sete de Setembro em vias de acontecer, muitos coletivos não estavam  fazendo aquele ponto. Apesar deste percalço, tudo deu muito certo. Afinal, quis a sorte que encontrasse no caminho duas meninas incríveis. E, aqui, devo dizer que foi esta uma das coisas mais bacanas que me ocorreu naquele dia.

Estava eu lá, perscrutando as placas dos itinerários quando perguntei a elas como chegar ao Rio Centro, e não demorou para que as duas pegassem comigo um ônibus que nos levaria à Praça da República, e de lá  outro até a Bienal. A generosidade foi tamanha que as queridas Dorilia, que é freira, e sua irmã, Daniela, foram comigo até uma parte do percurso, de onde segui tranquilamente ao local do evento. A despedida foi breve, mas tive a sensação de que nos veríamos novamente! *_*

Já no Rio Centro, encontrei a minha editora, Fabiana Andrade, na fila das credenciais, e lá tivemos a ideia de fazer caricaturas durante a sessão de autógrafos.  Imaginem só, a ideia foi um sucesso!

Logo, com a sessão da querida Rachel Caine acontecendo no estande, estava eu lá, desenhando e dando autógrafos!

Aqui, digo que fazer caricaturas é um desafio e tanto! Não pelas pessoas incríveis que me serviram de modelo, mas pelo medo de errar. Afinal, era a caneta deitando desenhos no papel, sem uso de borracha ou qualquer outro recurso que pudesse consertar. E a cada caricatura feita, o medo aumentava… embora ganhasse confiança enquanto avançava (além de alguns calos de felicidade na mão!) À propósito, tem uma foto minha circulando pela internet, onde apareço encurvado enquanto desenho, que bem poderia ser o Smeagle do “Senhor dos Anéis”.

Revi a turma toda, Edilza, Francoise, Lorenzo, e as gêmeas Mônica e Monique, que agora sei perceber as diferenças (afinal, uma é mais esfuziante, e a outra, mais séria. o.O)

Lá, conheci a Annie e sua querida mãe.

A Annie, sempre conversa comigo via twitter,  e foi muito bacana poder conhecê-la pessoalmente. A mãe, que conhece a minha cidade, Campinas, quando me perguntou sobre a Caravela, (uma caravela mesmo, de um parque muito conhecido em minha cidade), acabou por protagonizar um dos acontecimentos mais divertidos desta Bienal.  Logo porque simplifiquei a situação do cartão postal ao responder: “afundou”.

Sucedeu aí, uma pausa dramática, que é  piada até hoje. =D

Também tive a oportunidade de rever muitos amigos que encontrei na primeira vez que fui.

Em especial, a querida Karini acompanhada de seu pai e de seu filhão João Vitor, que foram ao estande especialmente para pegar o Camundo autografado. Estes instantes são eternos! Ainda tenho registrado em mim, a alegria do João em ter o livro em mãos. Foi muito especial!

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Já perto do final, as surpresas não acabaram. Qual foi a minha felicidade ao receber a visita das meninas do começo desta história: a freira Dorilia e sua irmã, Daniela, que voltaram para me dar um “oi” e ainda me prestigiaram comprando um livro.

O que eu poderia desejar mais?

Embora a corrida para estar lá tenha me deixado exausto, não poderia deixar de agradecer todo o carinho que recebi nesta viagem.

E que venha a Bienal de São Paulo!

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