100 anos da vovó Raquel

Se estivesse viva, Raquel de Queiroz completaria hoje 100 anos.”Se” começasse este texto deixando de lado esta conjunção subordinativa condicional  enfadonha, diria que “Raquel está viva”, como todo grande escritor que se preze, no imaginário das pessoas que sabem escolher literatura de qualidade. Mais do que isso, Raquel é Dona Benta.  É a escritora do ilustre “Memorial de Maria Moura”, mas também  d”O menino mágico”.

Raquel contava as aventuras deste menino mágico para os netos. Um menino com uma imaginação muito fertil que viajava enquanto dormia. Imaginem só!

Raquel devia fazer muitos serões. Mas sabia ir para o mundo, participando de reuniões na ONU, igualzinha a personagem do Lobato, representando o Brasil entre os líderes mundiais, como em “A Chave do Tamanho”.

Aqui, no sítio Brasileiro, Raquel também foi a primeira mulher a ocupar a cadeira da Academia Brasileira de Letras.  E é por esta e outras razões que pessoas assim continuam vivas enquanto há quem preserve  boas histórias como esta, reais ou imaginárias.

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